Vestibular
Enem 2013: 7,1 milhões de candidatos estão habilitados a fazer a prova
Número é recorde. Cerca de 700.000 dos 7,8 milhões de inscritos não pagaram taxa e não poderão fazer o exame
Estudantes realizam o Enem (Exame Nacional de Ensino - Paulo Libert/AE
O Ministério da Educação (MEC) informou nesta sexta-feira que 7.173.574 candidatos estão habilitados a participar do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2013, que será realizado nos dias 26 e 27 de outubro. Isso significa que 92% das 7,8 milhões de pessoas que haviam feito inscrição farão o exame federal. A diferença entre as cifras, de pouco menos de 700.000 pessoas, é referente a candidatos que fizeram a inscrição, mas não pagaram a respectiva taxa.
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De acordo com o ministro da Educação, Aloizio Mercadante, o percentual é o maior da história da avaliação federal. "Em anos anteriores, a taxa de confirmação variava entre 86% e 89%", afirmou. Assim, o número de pessoas que farão a prova cresceu 24% em relação a 2012, quando foram registradas5,7 milhões de inscrições – destes, só 4,2 milhões compareceram ao exame.
O grupo mais numeroso de participantes, como era esperado, têm idades entre 16 e 20 anos: eles somam 54% do total de inscritos. As mulheres também são maioria, com 4,2 milhões, ou 58,3% do total.
O estado com maior taxa de inscritos a cada 1.000 estudantes é o Acre, onde 79,6% dos alunos vão participar da prova. Em seguida, estão Amapá, Mato Grosso do Sul, Ceará e Piauí. São Paulo e Santa Catarina apresentam as menores taxas relativas, com 27% e 25%, respectivamente. Para o ministro, o número reflete a maior participação das universidades federais na formação superior no Norte e Nordeste, além da maior procura pela certificação do ensino médio naquelas áreas.
Mercadante comparou o Enem com o vestibular unificado chinês, o "Gaokao", o maior do mundo, realizado nesta sexta-feira e sábado. "Estamos caminhando para alcançar o 'Enem' chinês, que tem 9 milhões de inscritos", disse.
O ministro aproveitou a coletiva desta sexta-feira para anunciar também que vai fazer um acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) para redefinir o ensino médio. O Enem seria um dos modelos utilizados para a reestruturação daquela etapa escolar, que hoje reúne os piores indicadores da educação básica. Segundo relatório recente da ONG Todos Pela Educação, só um em cada dez alunos termina o ensino médio sabendo o que deveria em matemática.
O ministro aproveitou a coletiva desta sexta-feira para anunciar também que vai fazer um acordo com o Conselho Nacional de Secretários de Educação (Consed) para redefinir o ensino médio. O Enem seria um dos modelos utilizados para a reestruturação daquela etapa escolar, que hoje reúne os piores indicadores da educação básica. Segundo relatório recente da ONG Todos Pela Educação, só um em cada dez alunos termina o ensino médio sabendo o que deveria em matemática.
Assuntos atuais que podem ser cobrados no Enem 2013
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Rio+20 - Parque eólico em Dunas
Desenvolvimento sustentável e economia verde
O tema desenvolvimento sustentável se relaciona não só com questões ambientais, mas também com áreas como política, economia e urbanização. Assim, a conhecida economia verde, que visa o desenvolvimento minimizando danos ambientais e também a erradicação da pobreza, é um tema atual e dinâmico que pode aparecer no Enem deste ano.
Uma abordagem possível é a que olha o tema do ponto de vista da urbanização sustentável, que procura lidar com questões como a emissão de gases nocivos ao planeta, a utilização consciente dosmeios de transporte e a construção de imóveis com menor impacto ao meio ambiente. “As construções sustentáveis já são uma preocupação de diversas empresas. O próprio governo se esforçou para que os projetos da Copa do Mundo incluam essa preocupação”, diz Joel Pontim, professor de química do Cursinho da Poli.
Um terço da energia utilizada no mundo é consumida dentro de edifícios e condomínios, e o setor de edificações é o que mais emite gases poluentes. A construção civil responde por por mais de um terço do consumo de recursos naturais, incluindo 12% da água potável usada. Os especialistas consideram que prédios públicos, como escolas e hospitais, são construções ideais para a aplicação de conceitos sustentáveis, pois podem aproveitar melhor ventilação e iluminação natural.

























































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