Casamento entre PP e PT precisa superar "casos extraconjugais" e divergências abissais nos municípios
Tudo bem. Os presidentes e secretários-gerais, torcida organizada e tudo o mais de PP e PT se reuniram, bateram o martelo, brindaram, selaram um acordo visando as eleições de 2014 e combinaram que o casamento era por comunhão universal de mandatos, ou seja, PT terá vaga nos governos do PP e PP terá vaga nos governos do PT. Contudo, antes de dizer que viverão felizes para sempre, esse casamento precisa passar pela aprovação dos principais envolvidos: os prefeitos. Além disso, tem pepista dizendo que o PT precisa explicar algumas "casos extraconjugais" que não foram interrompidos até agora.
Carlinhos Furlan e Danilo Melo, funcionários do Siqueira
Começando por este último problema, antes de ir para a lua de mel, o PP quer saber o que o PT vai fazer com os petistas funcionários do governador Siqueira Campos (PSDB): o ex-prefeito de Sampaio Carlinhos Furlan está neomado como assessor técnico da Secretaria da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário; e uma das grandes estrelas do governo siqueirista é um petista, Danilo Melo, secretário de Educação.
Outras questões que precisam ser respondidas, baseadas em recente decisão do PT de ser aposição ao governo Siqueira Campos: como fica a posição da deputada estadual Solange Duailibe? Continuará votando com o Palácio Araguaia? E a deputada Amália Santana? Permanecerá quietinha, como se o PT não tivesse mudado a orientação da bancada?
E algumas das principais lideranças do PT? Continuarão sem participar dos debates? Como é o caso do ex-prefeito de Palmas Raul Filho.
Imensos problemas
Se as direções regionais de PT e PP estão afinadas, os problemas nos munícípios são abissais. Em Colinas, por exemplo, o PP apoiou no ano passado a candidatura da arquiinimiga do prefeito José Santana (PT), a ex-prefeita Maria Helena (PSD). Dessa forma, a relação entre PT e PP na cidade é bem tumultuada.
A direção regional pretende se reunir com os pepistas de Colinas e iniciar uma conversa, que ninguém sabe onde vai parar.
Mais que adversários: inimigos
Situação pior ainda é em Sampaio, terra do petista histórico e ex-prefeito Carlinhos Sampaio. Ele é bem mais do que adversário político do prefeito local do PP, Luiz Anacleto. A história é de uma dura e quase que inquebrantável inimizade.
Uma coisa membros da direção regional do PP avisam: o partido não comete "estupro". A situação precisará ser resolvida no convencimento e no diálogo.
Carlinhos Furlan e Danilo Melo, funcionários do Siqueira
Começando por este último problema, antes de ir para a lua de mel, o PP quer saber o que o PT vai fazer com os petistas funcionários do governador Siqueira Campos (PSDB): o ex-prefeito de Sampaio Carlinhos Furlan está neomado como assessor técnico da Secretaria da Agricultura, da Pecuária e do Desenvolvimento Agrário; e uma das grandes estrelas do governo siqueirista é um petista, Danilo Melo, secretário de Educação.
Outras questões que precisam ser respondidas, baseadas em recente decisão do PT de ser aposição ao governo Siqueira Campos: como fica a posição da deputada estadual Solange Duailibe? Continuará votando com o Palácio Araguaia? E a deputada Amália Santana? Permanecerá quietinha, como se o PT não tivesse mudado a orientação da bancada?
E algumas das principais lideranças do PT? Continuarão sem participar dos debates? Como é o caso do ex-prefeito de Palmas Raul Filho.
Imensos problemas
Se as direções regionais de PT e PP estão afinadas, os problemas nos munícípios são abissais. Em Colinas, por exemplo, o PP apoiou no ano passado a candidatura da arquiinimiga do prefeito José Santana (PT), a ex-prefeita Maria Helena (PSD). Dessa forma, a relação entre PT e PP na cidade é bem tumultuada.
A direção regional pretende se reunir com os pepistas de Colinas e iniciar uma conversa, que ninguém sabe onde vai parar.
Mais que adversários: inimigos
Situação pior ainda é em Sampaio, terra do petista histórico e ex-prefeito Carlinhos Sampaio. Ele é bem mais do que adversário político do prefeito local do PP, Luiz Anacleto. A história é de uma dura e quase que inquebrantável inimizade.
Uma coisa membros da direção regional do PP avisam: o partido não comete "estupro". A situação precisará ser resolvida no convencimento e no diálogo.
Nenhum comentário:
Postar um comentário